Após 30 anos de tentativas nasce primeiro filhote de Ararinha Azul em cativeiro, no município de Curaçá

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Uma notícia divulgada nesta sexta-feira (16), pela Association for the Conservation of Threatened Parrots, organização não governamental que trabalha na preservação da Ararinha Azul, no município de Curaçá, Sertão da Bahia, encheu o coração dos pesquisadores de alegria.

Cerca de um ano depois de 52 papagaios serem trazidos da Alemanha para a instalação de reintrodução no Brasil, mas precisamente em Curaçá, pela primeira vez em 30 anos, dois filhotes de arara-azul nasceram na Caatinga do País.

O primeiro eclodiu no dia 11 de abril, mas devido à inexperiência dos pais e ao abandono do filhote, morreu no dia seguinte. No dia 13 de abril o segundo ovo eclodiu e também não foi alimentado pelos pais. A fim de prender o filhote, ele foi puxado para criação à mão. Mas os pesquisadores esperam que os pais desçam novamente antes do final da temporada e criem seus próprios filhotes.

“Esperávamos que todas as araras-azuis criadas nesta instalação fossem criadas pelos pais, mas infelizmente nem sempre é o caso. Os casais trazidos para a instalação são todos jovens, com a ideia de que teriam uma longa vida de criação ali para serem soltos. Infelizmente, isso também significa que eles são inexperientes e, como pais pela primeira vez, tendem a cometer erros. Este par pôs quatro ovos, dois dos quais eram férteis”, escreveram os pesquisadores uma rede social.

E completaram. “Este pequeno papagaio simbolicamente representa uma paixão incrível pela preservação da natureza e dos animais, um compromisso impressionante e o desempenho excepcional de todos neste projeto. Agradecimentos especiais ao Dr. Cromwell Purchase e sua esposa Candy por seu impressionante desempenho no local no Spix’s-Macaw-Release-Center! Atualmente, eles passam todos os dias da vida cuidando dos papagaios no centro de reintrodução e, embora enfrentem novos problemas a cada dia, sempre encontram uma solução!”

O nascimento de ararinhas-azuis não era registrado na região há mais  de 30 anos. Ainda em cativeiro, esta ararinha integrará um grupo de soltura em breve.

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