‘Esta é uma ação de guerra’, afirma Dilma Rousseff sobre combate ao Aedes aegypti

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“É importante que a sociedade perceba que esta é uma ação de guerra contra o mosquito, não é um dia nacional. A ação precisa ser cotidiana e permanente, até que a gente chegue à vacina contra o Zika”, afirmou a presidente Dilma Rousseff, que defende que o combate ao mosquito Aedes aegypti é a principal medida para lidar com o problema, o que requer grande mobilização social. As declarações foram dadas em Recife, nesse sábado (5), em reunião com os ministros da Saúde, Marcelo Castro, da Integração Nacional, Gilberto Occhi, e do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Armando Monteiro, além do governador de Pernambuco, Paulo Câmara, e prefeitos de municípios afetados com o aumento de casos de microcefalia. “A sociedade tem que se mobilizar para acabar com todos os processos que levam à água parada. O combate é contra a reprodução do mosquito, que precisa de água parada e temperatura elevada para procriar”, explicou. Dilma enfatizou que o Brasil é o primeiro a enfrentar a epidemia de dengue, chikungunya e zika e que o governo vai incentivar pesquisas que busquem a imunização. “Não é algo que tenha uma literatura e uma experiência internacional. Há estudos da Organização Mundial da Saúde, mas somos o grande e primeiro caso. Por isso, a dedicação de todos os pesquisadores vai ser muito importante”, ressaltou. A presidente também reforçou a necessidade de tratamento e informação às pessoas afetadas. “Também vamos aumentar os exames de tomografia e de sangue para termos clareza de fato sobre a relação entre o vírus zika e a microcefalia”, afirmou. Dilma informou que haverá uma reunião com os governadores e as associações de prefeitos nesta terça-feira (8), em Brasília, para discutir a questão e articular as medidas do plano nacional.

Da Redação. Foto:(Divulgação)

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